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Tudo é mais bonito quando se vai embora

Você percebeu que, quando a gente perde, parece que a questão faz ainda mais falta? Pois é. Eu sei, porque cansei de passar por isso. É. Mesmo sendo Guru Astral, a gente precisa passar por uns problemas pra poder entender as razões do Universo. Isso é mais real do que a gente está acostumado, mas ainda assim parece que qualquer tipo de perda é algo ruim, mas enfim… A velha conversa de que “lá na frente você vai ver que foi melhor” é um fato, uma verdade indiscutível.

Se o melhor fosse mesmo o melhor, a gente já saberia, pois teria encontrado com ele. A gente não sofre com o melhor. Aliás, os sofrimentos que acontecem são provocados pela gente mesmo, e não porque alguém ou algo está atingindo você. Parece óbvio, mas nem é.

Agora, falando justamente do contrário, vamos focar nas idas tanto de coisas boas quanto das ruins.

Quando algo de ruim está indo embora, nós na verdade não sentimos falta, mas sentimos apenas o apego, pois dentro de nós há algo que nos faz lembrar que não existiam motivos bons para aquela determinada coisa continuar, mas ainda assim… você quer que ela fique, pois se prendeu a ela. Não há mais nada do que isso, pois já existe consciência dos distúrbios que a presença disso causava em você.

Quando algo de bom se vai, você sente, você começa a ver o lado positivo que existia e como isso lhe fazia bem. É lógico que você vai sentir falta e até buscar que volte, mas uma hora vai entender que o momento passou, que agora não há mais nada a fazer a não ser se buscar por novas experiências e situações (que você vai encontrar, ok?). Não estou aqui para dizer que não existe o desapego apenas com o lado positivo, mas como eu acabei de dizer, estamos tratando aqui do lado positivo, certo?

Então não há qualquer peso nisso, cobrança ou dependência que pese mais.

De qualquer forma, seja positivo ou negativo, quando se vai é como se alguém nos desse óculos para poder enxergar de fora o que foi embora. Então a gente passa a ver muito mais o que éramos naquele momento e como perdemos e ganhamos. O aprendizado, o lado bonito da coisa está justamente nisso: nas conclusões que tiramos e como evoluímos.  Não é bonito porque foi embora, mas foi embora para que pudéssemos enxergar o que era bonito.

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