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De caos para o cacto, Aquário

Hoje está sendo mais um daqueles dias em que acordo com uma tamanha dor no peito, uma imensa vontade de chorar, mas eu não consigo, meu Guru Astral. Claro, eu estou chorando por dentro, o que só piora, e chegará um momento em que eu não mais conseguirei interiorizar esse sofrimento e será preciso transbordar.

Eu sei por que sofro… Eu sei…

Porque sou bonzinho, estou sempre querendo ajudar alguém, vamos dizer assim, ser o salvador da pátria. Não para alimentar o meu ego, e sim porque gosto de ver as pessoas bem. Ou se alguém me pede para fazer algo, eu só consigo tentar até conseguir; eu simplesmente não desisto no primeiro obstáculo, pois quanto mais obstáculos mais desafiador é para mim.

Sofro porque estou sempre buscando certezas. Para mim, as coisas precisam desse encaixe, é necessária uma lógica, um complemento; tudo precisa de algo em que se sustentar.

Sofro pelo fato de pensar demais; não consigo parar e tampouco controlar os meus pensamentos. Daí fica uma zona, não existe um gerenciamento adequado; meus pensamentos não ficam separados por pastas, mas sim todos soltos, desconexos.

E também sempre estou em busca de informações. Eu gosto de conhecimento, mas mais uma vez quero saber com o objetivo de estar à frente, tendo assim uma espécie de controle, talvez controle absoluto.

Sofro porque transbordo sentimentos e emoções, me entrego demais, sim, de corpo, alma, coração e espírito. Não sei ser metade — não me permito ser metade —, até para quem não me dá absolutamente nada. Gosto de me superar e superar quem está perto.

Mas sabem, tudo isso tem me causado grandes problemas, enormes dilemas, e dentro de mim existem tsunamis, incêndios e abismos que têm feito mal a mim e a quem está perto. Eu preciso mudar, mas não sei por onde começar. Quero mudar por mim, porque ninguém faz a nossa mudança. Voltarei a ser quem eu era; eu tinha uma identidade antes.

Depois que me encontrei, hoje em dia consigo chorar. Ainda continuo sendo bom, mais ainda, inclusive, porque é isso que tenho para dar e é isso que continuarei doando ao próximo, por mais que não exista uma receptividade e reciprocidade. Afinal, aprendi que a gente só pode dar aquilo que a gente tem.

Sobre as certezas, parei com a vontade de querer ter o controle de tudo; isso alimentava demais o meu ego, e eu simplesmente não percebia. Também silenciei e encontrei todas as respostas dentro de mim, sem sequer procurar fora, e isso é realmente absurdo de tão lindo e maravilhoso.

É claro que ainda penso, mas hoje em dia prefiro mais sentir do que pensar. Pelo fato de ter me silenciado um pouco, eu consigo manter os meus pensamentos em ordem. Quando quero, consigo até não pensar em nada, ou seja, eu tenho o controle dos meus pensamentos, consigo gerenciar todo o meu eu.

O que realmente importa para mim hoje em dia é sempre continuar com a minha vibração em alta, vibrando sempre por amor incondicional, pelo desejo de ajudar o próximo e por ter a conexão linda com o Universo e com aquele que dele é.

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